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Vamos ser sinceros? Hoje em dia, tem igreja que já nem parece mais igreja... Parece shopping, centro comercial ou franquia, mas não igreja. E esse é um problema que dentro do evangelicalismo brasileiro há muito tempo deixou de ser individual e/ou isolado, e já é praticamente sistêmico e recorrente.

A imunidade tributária constitucional de templos religiosos deveria cobrir apenas atividades ligadas à finalidade religiosa, e não atividades econômicas paralelas. Se age como empresa, que tenha a mesma responsabilidade que uma empresa, oras... Incluindo pagando os impostos. Sem falar das que estão envolvidas em crimes fiscais como lavagem de dinheiro beneficiando-se exatamente dessa imunidade, e também do anonimato dos contribuintes.

Na minha opinião, templos religiosos deveriam agir com total transparência e passar por auditoria pública... Devem demonstrar e comprovar aplicação de recursos e finalidade social de maneira rigorosa, e não distribuir lucro. Não precisa sequer acabar com a imunidade, basta, de novo, cobrar que as igrejas atendam a critérios claros de transparência e responsabilidade, e fiscalizar com rigor. O que é atividade religiosa e/ou filantrópica, recebe imunidade, até mesmo subsídio no caso das instituições que financiam escolas, universidades e hospitais... E atividades comerciais paralelas como estações de rádio e/ou televisão, lojas, e eu já vi até barbearia dentro de igreja, pagam imposto como qualquer um. Países sérios já fazem isso, e os que não fazem já estão começando a fazer... Não existem motivos para o Brasil continuar tratando sagrado como sinônimo de blindado.

Essa medida iria proteger a reputação até mesmo de denominações já consolidadas como a Igreja Católica Apostólica Romana ou a Igreja Presbiteriana do Brasil.

Quem eu acho que tem excelente proposta sobre o assunto é a psicóloga e psicoterapeuta Aline Câmara, ela produz conteúdo digital no YouTube e Instagram.
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E é por isso que existem + igrejas que gente... A maioria não abre pela fé, mas sim, pra lucrar...

Abração e até uma próxima.
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Pastor Malafaia pedindo dinheiro pra comprar avião particular kkk
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Em sua maioria, pastor é sinônimo de charlatão... kkkkkkkk... Fato...

Abração e até uma próxima.
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Um dos principais argumentos usados na justiça e na nossa Constituição é o reconhecimento do relevante serviço social que essas instituições prestam. Muitas vezes, as igrejas chegam onde o Estado falha, oferecendo assistência a pessoas em situação de rua, apoio a dependentes químicos e amparo emocional e material a famílias carentes. Essa atuação acaba aliviando os gastos públicos e gerando um benefício direto para a sociedade. É o mesmo motivo pelo qual instituições de assistência social, escolas e universidades também são isentas. Prestam um serviço relevante à sociedade que seria prejudicado pela cobrança de impostos.

Olhando pelo lado da liberdade econômica, essa discussão pode ir além. Se acreditamos que menos impostos favorecem o desenvolvimento, o ideal seria que a carga tributária fosse reduzida para todos. Em um cenário de livre mercado, quanto menos o governo retira recursos da sociedade, seja de instituições religiosas, organizações civis ou empresas, mais dinheiro sobra para que as próprias pessoas e instituições invistam no que é produtivo e útil. Assim, em vez de cobrar que as igrejas paguem mais, o foco poderia ser a redução de impostos para que todos tenham mais liberdade e condições de prosperar. Nenhum país desenvolvido tem uma carga tributária comparável à nossa.
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Não acho certo.

Dai a Deus o que é de Deus, e dai a César o que é de César.

Deve pagar imposto, justamente para eliminar falatórios de críticos.

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Kkkkk
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Qual a parte engraçada? Não entendi.

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É que na parte do "justamente eliminar falatório de críticos" pareceu que foi pra mim kkk
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Ah não é não.

Acho que eu sou até mais crítica de certos movimentos no meio "cristão" do que tu...

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