Tenho minhas inúmeras críticas ao sionismo e principalmente a política em particular do Benjamin Netanyahu e principalmente ao Likud (que é criticado desde a época de Albert Einstein e Hannah Arendt)... Mas o fato é que, enquanto pessoa LGBT, é mais seguro viver em Israel.
Há pouquíssimos países árabes em que relações consesuais entre pessoas do mesmo sexo não é crime... É o caso da Jordânia, Síria, um pouquinho o Líbano e até a própria Cisjordânia que é politicamente controlada pela Autoridade Nacional Palestina (ANP), pela Organização para Libertação da Palestina (OLP) e pelo Fatah — uma organização paramilitar e partido político assim como o Hamas, mas de caráter laico e secular e que defende coexistência com Israel. Todavia, o Estado de Israel apresenta segurança institucional e jurídica maior por possuir mecanismos de proteção legal contra discriminação, reconhecimento de uniões feitas no exterior e direito a adoção.