Eu não diria que são as melhores, entretanto são aquelas que não se importarão ou que não se importam em como são vistas, pois conseguiram, mesmo que patologicamente, se libertar de amarras sociais (geralmente sem haver malícia). Mesmo se alguém rir ou debochar delas, elas não ligarão, porque estão imersas em suas próprias realidades.