É o clássico fenômeno do "tapinha nas costas" que vira "dedo apontado" assim que você decide estabelecer um limite.
É curioso (e um tanto irônico) como o caráter de alguém, para muitos, é medido apenas pela utilidade que essa pessoa tem no momento. Se você diz "sim", é um herói; se diz "não" para se proteger, vira o vilão da história.
No fim das contas, essa mudança de tratamento diz muito mais sobre quem está cobrando do que sobre quem decidiu parar de ceder. É um filtro natural, embora doloroso, para entender quem realmente valoriza você e quem apenas valoriza o que você pode oferecer.